sexta-feira, 22 de julho de 2011

Antes de começar a publicar algo aqui neste blog, acredito que seria mais justo e honesto escrever sobre o que acredito.

Para isso não preciso inventar, mas apenas reproduzir o que os cristãos desde sempre acreditaram:

Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis.

Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, gerado do Pai desde toda a eternidade, Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai; por Ele todas as coisas foram feitas. Por nós e para nossa salvação, desceu dos céus; encarnou por obra do Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e fez-se verdadeiro homem. Por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; sofreu a morte e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras; subiu aos céus, e está sentado à direita do Pai. De novo há de vir em glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim.

Creio no Espírito Santo, o Senhor, a fonte da vida que procede do Pai; com o Pai e o Filho é adorado e glorificado. Ele falou pelos profetas.

Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica. Professamos um só batismo para remissão dos pecados. Esperamos a ressurreição dos mortos, e a vida do mundo que há de vir.

O Credo já diz qual a minha religião. Sou Católico Apostólico Romano e consequentemente acredito em seus dogmas e sou fiel ao Papa.

Como cristão rechaço o comunismo, socialismo ou marxismo ou qualquer outra ideologia que faça promessas inatingíveis e prometa o paraíso na terra.

Acredito numa ordem moral duradoura.

Sou adepto ao costume, à convenção e a continuidade.

Acredito que devemos aprender com o passado nos espelhando em grandes homens como Santo Agostinho, São Tomás de Aquino e Aristóteles.

Acredito que o ser humano não é perfeito e nunca será perfeito neste mundo.

Acredito que não devemos esperar as soluções de um governo. Como dizia Ronald Reagan: “Não espere que a solução venha do governo. O governo é o problema.”. Devemos praticar a caridade e o voluntariado.

Fico por aqui.

Um comentário:

  1. Que cristão em Tulio, sitar Ronald Reagan, espero que o Padre não leia isso e ainda tem coragem de criticar o Lula?
    Soldados invadiram a Universidade Nacional (depois fechada) e mataram mais de 50 pessoas. Vejam os crimes do Presidente Eleito Reagan, cinco dirigentes da FDR, aliada da FMLN, foram torturados e mortos. Em dezembro, soldados sequestraram, estupraram e mataram quatro religiosas americanas. As quatro trabalhavam junto a comunidades pobres. “Rezando elas não estavam”, disse o leviano general Alexander Haig, secretário de Estado de Reagan.
    Semanas antes da posse, Reagan e assessores (Kirkpatrick entre eles) receberam homens de negócios de El Salvador. O presidente eleito garantiu a eles que ia aumentar a ajuda militar dos EUA. Paralelamente, Kirkpatrick e Vernon Walters viajariam a vários países, inclusive a Argentina dos generais (e dos “desaparecidos”) e o Chile de Pinochet (e dos atentados da DINA pelo mundo, até nos EUA), para assegurar que direitos humanos já não frequentavam a pauta da política externa dos EUA.
    O efeito da mudança de governo foi dramático. Um ano depois da posse de Reagan o New York Times e o Washington Post revelaram mais massacres de camponeses, atribuídos aos militares. No maior, de El Mozote, mais de 100 pessoas foram mortas e enterradas. E em reportagem de capa, Newsweek devassaria no início de novembro de 1982 a guerra secreta dos EUA contra a Nicarágua na fronteira de Honduras, o que acabaria levando ao escândalo Irã-Contras (desvio dos lucros da venda de armas aos aiatolás para financiar a guerra ilegal), que quase provocou o impeachment de Reagan.
    O cineasta Oliver Stone retratou parte da tragédia - do assassinato de Dom Romero ao das quatro religiosas - no filme Salvador, de 1988. O pesadelo devia ter terminado em 1992. Nesse ano D’Aubuisson morreu de câncer e foram assinados os Acordos de Paz mediados pela ONU, que instalou a Comissão da Verdade para investigar massacres, assassinatos e tortura. Mas faltava derrotar o partido do criador de esquadrões da morte, o que Funes - acusado na mídia direitista de Rupert Murdoch como novo Chávez - afinal conseguiu. Até porque o sonho de D’Aubuisson era matar pelo menos mais 300 mil salvadorenhos.

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